DICTUM

A-a

  • A água corrente e o mar são comuns a todos por direito natural.
  • A água corrente esterco não consente.
  • A água corrente não mata a gente.
  • A água correu sempre para o mar.
  • A água da chuva.
  • A água da fonte.
  • A água da vida.
  • A água dá, a água leva.
  • A água de trovão em parte dá, em parte não.
  • A água do mar.
  • A água doce.
  • A água é a coisa mais barata que existe.
  • A água é a ruína do vinho.
  • A água é agradável, quando se tem sede.
  • A água é fria, mas mais o é quem com ela convida.
  • A água é o prego da cal.
  • A água é o sangue da terra.
  • A água é para os peixes, e o minar para a toupeira.
  • A água é tal qual a terra por onde ela atravessa.
  • A água em goles moderados é mais bem-vinda à sede.
  • A água está pegando em mim.
  • A água está pegando.
  • A água fervida tem mais mão na vida.
  • A água fervida tem mão na vida.
  • A água lava todos os males dos homens.
  • A água lava todos os males dos mortais.
  • A água mais profunda engole quem nada no mar.
  • A água mole cava a pedra dura.
  • A água não empobrece nem envelhece.
  • A água não envelhece nem empobrece.
  • A água o dá, a água o leva/tira
  • A água o deu, a água o levou.
  • A água profunda é tranqüila.
  • A água pura.
  • A água que brota provoca uma grande sede.
  • A água que desce não volta à sua fonte.
  • A água que eu tiver dado, quem dela beber jamais terá sede.
  • A água que passou não voltará mais.
  • A água salobra, na terra seca, é doce.
  • A água silenciosa é a mais perigosa.
  • A água tudo lava, menos as más línguas.
  • A água tudo lava, menos quem se louva e as más línguas.
  • A água tudo lava.
  • A água turbulenta é mais piscosa.
  • A água vertida não é toda colhida.
  • A águia anda caçando moscas.
  • A águia é a senhora das aves.
  • A águia está caçando moscas.
  • A águia não caça moscas.
  • A águia procura cupins.
  • A agulha puxa a linha, a linha puxa a agulha.
  • A agulha puxa a linha.
  • A agulha veste os outros e fica nua.
  • A albarda foi posta num boi.
  • A albedrío de buen varón.
  • A alegria convém ao moço; ao velho, o rosto austero.
  • A alegria costuma descobrir os segredos do coração.
  • A alegria da verdade.
  • A alegria do crime é fugitiva e rápida, como a luz do relâmpago.
  • A alegria do espírito às vezes mitiga a dor do corpo.
  • A alegria do homem prolonga sua vida.
  • A alegria do pobre dura pouco.
  • A alegria do pobre é um dia (só).
  • A alegria é a saúde da alma, (a tristeza é o seu veneno).
  • A alegria é uma careta; a felicidade, um sorriso.
  • A alegria está sempre misturada com a dor.
  • A alegria vem das tripas.
  • A alegria verdadeira é coisa séria.
  • A alemã.
  • A alface nas refeições estimula o apetite.
  • A alfaiate pobre, a agulha se lhe dobra.
  • A alienação da coisa.
  • À aller contre les préjugés il y a une personne qui a du courage pour mille qui n'ont que du sans-gêne.
    Albert Guinon, 1863 - 1923
  • A alma do justo é a morada da sabedoria.
  • A alma do mundo.
  • A alma do negócio é o segredo.
  • A alma do que trabalha, para si trabalha.
  • A alma é o motor do corpo.
  • A alma está mais onde ama do que onde anima.
  • A alma está mais onde ama que onde anima.
  • A alma faminta até o amargo parecerá doce.
  • A alma faminta até o amargo tomará por doce.
  • A alma farta pisará o favo de mel, e a alma faminta até o amargo tomará por doce.
  • A alma frouxa terá fome.
  • A alma habita temporariamente a carne.
  • A alma namorada de pouco é assombrada.
  • A alma namorada de tudo se assombra.
  • A alma não tem segredos que a conduta não revele.
  • A alma reside onde ama e não onde anima.
  • A alma tranqüila é como um banquete contínuo.
  • A almagra dos discretos é o silêncio.
  • A alteração da verdade.
  • A alva neve pisam-na os cavalos, a pimenta negra, comem-na os fidalgos.
  • A alva neve, pisam-na os cavalos; a pimenta negra, comem-na os fidalgos.
  • A ama gruñona, criada rezongona.
  • A amante que no es osado, dale de lado.
  • A amar e a rezar ninguém pode obrigar.
  • A amar e a rezar ninguém se pode obrigar.
  • A ambição ama o proibido mais do que tudo.
  • A ambição cega a razão.
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