DICTUM

A-a

  • A arte de imprimir.
  • A arte de inventar se desenvolve com os próprios inventos.
  • A arte de morrer.
  • A arte de pensar.
  • A arte de pleitear em juízo.
  • A arte de pregar (o Evangelho).
  • A arte de saber descer até os mais pequenos é o mais seguro meio para se igualar com os grandes.
  • A arte do timoneiro, como tem por objetivo o bem navegar, é valorizada por sua utilidade, não pela beleza.
  • A arte é auxiliar da natureza.
  • A arte é duradoura, a vida é breve.
  • A arte é imitadora da natureza.
  • A arte é longa, a vida é breve.
  • A arte é ocultar a arte.
  • A arte é uma copiadora e imitadora da natureza.
  • A arte está em ocultar a arte.
  • A arte imita a natureza.
  • A arte passa fome, a filosofia enche de orgulho, a advocacia assegura o ganho.
  • A arte pela arte.
  • A arvelinha mata o milhafre.
  • A árvore boa dá bons frutos, e a má árvore dá maus frutos.
  • A árvore cai para onde vergam os galhos.
  • A árvore caída todos vão buscar lenha.
  • A árvore da ciência do bem e do mal.
  • A árvore dá sua qualidade e seu aspecto aos frutos.
  • A árvore da vida.
  • A árvore do conhecimento.
  • A árvore má cria raízes mais profundas.
  • A árvore não cai ao primeiro golpe, mas sendo ferida muitas vezes.
  • A árvore se conhece pelos frutos.
  • A árvore se conhece por seus frutos.
  • A árvore sob a qual agora repousas já foi uma vara.
  • A asa da Morte.
  • A ascensão aos cargos públicos é árdua, e pelos trabalhos chega-se a trabalhos maiores.
  • A ascensão às mais altas honras.
  • A Ascensão do Senhor.
  • A asno lerdo, arriero loco.
  • A asno lerdo, modorro arriero.
  • A asno tocho, arriero tonto.
  • A asno tonto, arriero modorro.
  • A assembléia dos chefes.
  • A associação é uma necessidade.
  • A assombração sabe para quem aparece.
  • A astúcia ama a astúcia, a sorte ama o corajoso.
  • A astúcia das mulheres é pior do que qualquer ardil.
  • A astúcia de uma pequena mulher muitas vezes vence um homem malvado.
  • A astúcia esconde o devasso, o tempo o revela.
  • A astúcia não deve favorecer a um e prejudicar a outro.
  • A astúcia supera em muito a força.
  • A atenção dividida entre muitas coisas é menor para cada uma delas.
  • A atividade duplica a força.
  • A atividade é a mãe da prosperidade.
  • A atividade faz mais fortuna que a prudência.
  • A atividade sem juízo é mais ruinosa que a preguiça.
  • A attendre l'herbe qui (o. que l'herbe) pousse, le boeuf meurt de faim.
  • A aucun âge n'étale ce qui reste, permets plutôt qu'on se souvienne de ce qui manque.
    Anne Barratin, 1845-1911
  • A audácia cresce com a experiência.
  • A audácia cresce diante do medo dos outros.
  • A audácia é companheira do arrependimento.
  • A audácia é repelida pela coragem.
  • A audácia que nada tem está em segurança.
  • A audácia sempre foi prejudicial a todos.
  • A aurora é amiga das musas.
  • A aurora traz de volta o trabalho.
  • A ausência daquele que se ausenta por causa do país não pode ser danosa nem a ele, nem a outros.
  • A ausência do gato torna abusado o rato.
  • A austeridade é companheira da solidão.
  • A autoridade competente.
  • A autoridade da verdade não carece do auxílio de palavras.
  • A autoridade do tutor.
  • A autoridade dos pais.
  • A autoridade dos que ensinam na maioria das vezes prejudica aqueles que querem aprender.
  • A autoridade dos sábios.
  • A autoridade sem temor nasce da verdadeira humildade.
  • A avaliação do passado faz conhecer o futuro.
  • A avareza deslumbra a glória.
  • A avareza é a cobiça e o amor imoderados de riquezas.
  • A avareza é a maior pobreza.
  • A avareza é a suma pobreza.
  • A avareza é como o fogo: quanto mais lenha se põe, mais arde.
  • A avareza é madrasta de si mesma.
  • A avareza é suma pobreza.
  • A avareza é, pois, uma estimação excessiva do dinheiro.
  • A avareza.
  • A ave de bico encurvado, guarda-te dela como do diabo.
  • A ave de paso, cañazo.
  • A ave que suja o próprio ninho será tida por imunda.
  • A aveia quer ver o lavrador voltar para casa.
  • A avidez e a cólera são péssimos conselheiros.
  • A ayer lo conocí, pero a mañana nunca lo vi.
  • A azeitona e a fortuna, às vezes muita e às vezes nenhuma.
  • A azeitona e a fortuna, umas vezes muita, outras nenhuma.
  • A azeitona é como as formigas: às vezes muita e outras nenhuma.
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