DICTUM

Ao

  • Ao pobre falta muito; ao avarento, tudo.
  • Ao pobre não é proveitoso acompanhar o poderoso.
  • Ao pobre não prometas, e ao rico não faltes.
  • Ao pobre o ouro se transforma em cobre.
  • Ao pobre, até os cães lhe mijam nas botas.
  • Ao pobre, até os cães lhe mijam nas pernas.
  • Ao pôr do sol.
  • Ao porco e ao genro, mostra-lhe a casa, e virá cedo.
  • Ao ppeggio nun c'è fine.
  • Ao preço do custo.
  • Ao primeiro canto do galo fugiu a mulher do Gonçalo.
  • Ao primeiro golpe de olho.
  • Ao primeiro ocupante.
  • Ao primeiro olhar.
  • Ao que afirma, não ao que nega, incumbe a prova.
  • Ao que comer demais, abre-lhe o garfo a cova.
  • Ao que é comum a muitos, dedica-se pouco cuidado.
  • Ao que é pois ainda fraco na fé, ajudai-o, não com debates de opiniões.
  • Ao que erra, perdoa-lhe uma vez, mas não três.
  • Ao que está feito, remédio; ao por fazer, conselho.
  • Ao que faz mal, nunca lhe faltam achaques.
  • Ao que faz mal, nunca lhe faltaõ achaques.
  • Ao que faz mal, nunca lhe faltarão achaques.
  • Ao que governa com mais suavidade se obedece melhor.
  • Ao que já tem, dar-se-lhe-á, e ao que não tem, ainda o que tem se lhe tirará.
  • Ao que mal vive, o medo o persegue.
  • Ao que muitos burros toca, sempre algum lhe fica atrás.
  • Ao que não é leal no pouco não confies o muito.
  • Ao que obra não se lhe conta o jornal por graça, mas por dívida.
  • Ao que quer e concorda não se faz injustiça.
  • Ao que vai à adega, por vez se lhe conta, beba ou não beba.
  • Ao quinto dia verás que mês terás.
  • Ao realengo desusado.
  • Ao recompensares o ambicioso, tu o encorajas a fazer mal.
  • Ao rei não fica bem nem chorar, nem lamentar-se.
  • Ao rei pertence usar de franqueza, pois tem por certo não cair em pobreza.
  • Ao relento.
  • Ao renunciante não se dá regresso ao seu direito.
  • Ao revés a vestir, ande-se assim.
  • Ao revés.
  • Ao Rey pertence usar de franqueza, pois tem por certo naõ cahir em pobreza.
  • Ao rico falta muito, ao ambicioso falta tudo.
  • Ao rico mil amigos se deparam; ao pobre, seus irmãos o desamparam.
  • Ao rico não devas, e ao pobre não prometas.
  • Ao rico sempre falta, ao pobre sempre sobra.
  • Ao rico sobejam-lhe os amigos.
  • Ao rico, crescem-lhe os bois.
  • Ao rico, sobejam-lhe amigos.
  • Ao rico, sobejam-lhe os amigos.
  • Ao rigor deve-se preferir a eqüidade.
  • Ao romper da aurora.
  • Ao romper do dia/da manhã.
  • Ao ruim falta pousada, quer fora, quer em casa.
  • Ao ruim não há ruim e meio.
  • Ao ruim, não há mal que lhe chegue.
  • Ao ruim, quanto mais se lhe rogam, mais se estende.
  • Ao ruim, ruim e meio.
  • Ao sábado à noite, Maria dá cá a roca.
  • Ao sábio agrada não acreditar em nada, ao homem simples, acreditar em tudo; este acredita nos outros, aquele acredita em si.
  • Ao sábio dói mais ser desprezado que espancado.
  • Ao sabor da maré.
  • Ao sabor do destino.
  • Ao se concederem benefícios, não importa o que se dá, mas como se dá.
  • Ao se discursar, não se deve visar à abundância, mas ao equilíbrio.
  • Ao Senhor, que é muito bom e muito grande.
  • Ao ser carente de visão, uma grande parte da verdade fica visível.
  • Ao servo mais vale obedecer ao senhor que dar-lhe conselho.
  • Ao servo mau convém punição e ao bom, bom galardão.
  • Ao singelo desusado.
  • Ao soberbo segue a humilhação.
  • Ao soldado desconhecido.
  • Ao som de.
  • Ao sucesso convém um coração generoso.
  • Ao te ver, a pessoa temerá o azar.
  • Ao tema escolhido com eficácia, nem lhe faltará eloqüência, nem uma ordem clara.
  • Ao temperares o vinho, não acrescentes água em excesso.
  • Ao tempo que.
  • Ao terceiro dia, maior dor na ferida.
  • Ao termo de.
  • Ao teu amigo, se te guarda puridade, dize-lhe a verdade.
  • Ao teu criado não fartes de pão, não pedirá queijo.
  • Ao teu filho, à tua mulher, ao teu irmão, ao teu amigo, não dês em tua vida poder sobre ti.
  • Ao teu jeito.
  • Ao todo.
  • Ao tolo dói mais ser desprezado que espancado.
  • Ao trabalho, a riqueza; a miséria à preguiça.
  • Ao valente e fiel nada é difícil.
  • Ao velho dá sempre uma moça virgem.
  • Ao velho junta sempre uma moça na flor da idade.
  • Ao velho não dês nenhum benefício.
  • Ao velho recém-casado, rezar-lhe por finado.
  • Ao velho, muda-lhe o ar, vê-lo-ás acabar.
  • Ao vencedor darei a comer da árvore da vida.
  • Ao vencedor é permitido fazer tudo que lhe tenha agradado.
  • Ao vencedor, as batatas.
  • Ao vencer, aprendi que em um momento as grandes coisas podem aniquilar-se.
  • Ao verão, taverneira; ao inverno, padeira.
  • Ao vilão dá-se o pé, ele quer a mão.
  • Ao vilão dá-se-lhe um pé, e toma-nos a mão.
  • Ao vilão dão-lhe o pé e toma a mão.
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