DICTUM

Ao

  • Ao vilão, dão-lhe o pé e toma a mão.
  • Ao vilão, se deres o pé, tomar-te-á a mão.
  • Ao vilão, se deres um dedo, tomar-te-á a mão.
  • Ao vivo tudo falta, e ao morto tudo sobra.
  • Ao vivo.
  • Ao/de viés.
  • Ao/de/em redor.
  • Ao/em derredor de.
  • Ao/em derredor.
  • Ao/em redor de.
  • Ao/fora do alcance da compreensão/inteligência.
  • Ao/fora do alcance da lei.
  • Ao/fora do alcance da mão.
  • Ao/fora do alcance da vista.
  • Ao/fora do alcance da voz.
  • Ao/fora do alcance das forças.
  • Ao/fora do alcance de uma pessoa.
  • Ao/fora do alcance do ouvido.
  • Ao/pelo contrário.
  • Ao/pelo preço da chuva/da chuva no inverno.
  • Ao/pelo preço da uva mijona.
  • Ao/pelo/quando menos.
  • Aoga sepile ja kikkaga veskile.
    de] In der Morgendämmerung zur Schmiede und mit dem Hahn (d. i. dem ersten Hahnenschrei) zur Mühle.
  • Aonde a galinha tem os olhos, tem os ovos.
  • Aonde a galinha tem os ovos, lá se lhe vão os olhos.
  • Aonde a pele do leão não alcança, deve-se costurar a da raposa.
  • Aonde a razão não se ouve, doido é quem não se cala.
  • Aonde a vaca vai, o boi vai atrás.
  • Aonde alhos há, vinho haverá.
  • Aonde as dão, aí se fazem.
  • Aonde as dão, aí se pagam.
  • Aonde está o galo, não canta a galinha.
  • Aonde está o papa, aí é Roma.
  • Aonde falta o poder, ninguém pode responder.
  • Aonde força não há, direito se perde.
  • Aonde fores ter, farás/faze como vires fazer.
  • Aonde há bom saber, poucas vezes há que repreender.
  • Aonde há duas vontades, não pode haver união.
  • Aonde há filhos, nem parentes, nem amigos.
  • Aonde há vontade, não voga a razão.
  • Aonde hirá o boi, que naõ lavre, pois que sabe?
    en] Where shall the ox go bid he must labour, since he knows how?
  • Aonde irá o boi que não are?
  • Aonde irá o boi que não lavre, pois que sabe?
  • Aonde irá o boi, que não lavre?
  • Aonde me vai bem, aí tenho pai e mãe.
  • Aonde não chega o homem, chega o grito.
  • Aonde não há virtude, não há honra.
  • Aonde o amo fala, tudo cala.
  • Aonde o diabo não pode ir, muitas vezes manda seu auxiliar.
  • Aonde o ouro fala, tudo cala.
  • Aonde perdeste a capa, aí a cata.
  • Aonde perdeste a capa, daí te guarda.
  • Aonde quer que me atire a tempestade, lá chego como hóspede.
  • Aonde quer que o jogues, permanecerá.
  • Aonde quer que vás, como vires fazer, farás.
  • Aonde quer que vás, seguir-te-ei sempre como uma sombra.
  • Aonde se dá, aí se leva.
  • Aonde se dão estocadas, aí se apanham.
  • Aonde se fazem, aí se pagam.
  • Aonde se quebrou o pote, aí procura a rodilha.
  • Aonde te conhecem, honra te fazem.
  • Aonde te querem muito, não vás a miúdo.
  • Aonde te querem muito, não vás amiúde.
  • Aonde tentas ir estando as ondas adversas?
  • Aonde vai a corda, vai a caçamba.
  • Aonde vai a inclinação, aí vai a sentença.
  • Aonde vai o ferro, vai a ferrugem.
  • Aonde vais mal? Aonde há mais mal.
  • Aonde vais por esse caminho diferente?
  • Aonde vais, infeliz?
  • Aonde vais, insensato?
  • Aonde vais, língua, tu que constróis a cidade e logo a arrasas?
  • Aone Dust un Vallerjaon (Baldrian, lat. Valeriana) hädde de Kopp im Nacken stohn.
    Westfalen
  • Aos afortunados até os galos põem ovos.
  • Aos antigos eram permitidas muitas coisas que agora não se admitem.
  • Aos arrancos.
  • Aos astros por caminhos difíceis.
  • Aos baldões.
  • Aos banquetes dos amigos chegarás devagar, às desgraças chegarás depressa.
  • Aos berros.
  • Aos bobos aparece Santa Maria.
  • Aos bochechos.
  • Aos bordos.
  • Aos bravos a própria Vênus ajuda.
  • Aos campos e às lavouras ama-se de tal modo que deles se obtenham lucros.
  • Aos cavalos e às mulheres, é guardá-los de alugueres.
  • Aos descendentes não se dá louvor pelos méritos dos antepassados, mas muitas vezes se lhes atribui a má reputação.
  • Aos desesperados agrada tomar armas.
  • Aos desgraçados só resta a tristeza.
  • Aos desonestos a velhice traz cabelos brancos, mas não lhes tira a maldade.
  • Aos deuses oferece orações, não bois.
  • Aos doentes apresentou-se como doente.
  • Aos doentes nada favorece mais do que serem tratados por quem eles desejam.
  • Aos doentes, tu te apresentas como doente.
  • Aos empurrões não há composições.
  • Aos espoliados restam as armas.
  • Aos esticões.
  • Aos estudantes recomendo uma única coisa, que amem seus professores tanto quanto seus estudos.
  • Aos homens capazes tudo corre favoravelmente.
  • Aos homens dar a comer, não dar a saber.
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