Portugiesische Weisheiten 15


Cuidado que a lngua no te corte a cabea.

Cuidado, que montes vem, e paredes ouvem.

Cuidados alheios matam o asno.

Cuid-lo bem e faz-lo mal.

Cuidam os namorados que os outros tm os olhos fechados.

Cuidam os namorados que todos tm os olhos furados.

Cuidam os namorados que todos tm os olhos quebrados.

Cuidando donde vs, esqueces donde vens.

Cuidar da vida, que a morte certa.

Cuidar muitas coisas, fazer uma.

Cuidar muitas, fazer uma.

Cuidar no saber.

Cuidei que me benzia e quebrei o nariz.

Culpa condena.

Culpa feia mentir, mas muito mais mentindo ao verdadeiro.

Culpa perdoada, culpa reparada.

Cultivar uma boa mania um meio de ser feliz.

Cumpre com teu dever, suceda o que suceder.

Cumpre depressa quem promete devagar.

Cumpre depressa, quem promete devagar.

Cumpre o teu dever, acontea o que acontecer.

Cumpre o teu dever, e deixa falar.

Cumpre sempre o teu dever se no te queres arrepender.

Cumpre sempre o teu dever, se no te queres arrepender.

Cunha do mesmo pau no aperta.

Cunhadas so unhadas.

Cunhados e ferros de arado debaixo da terra prestam.

Cunhados e ferros de arado debaixo da terra so logrados.

Cura do mal em jejum, o catarro ser pouco ou nenhum.

Curar a ferida do co com o pelo do mesmo co.

Curar a mordidela do co com a gadelha do mesmo.

Curar todos com o mesmo ungento mau pensamento.

Curtas pernas tem a mentira, e alcana-se asinha.

Cuspido e escarrado.

Cuspir bala.

Cuspir fogo.

Cuspo para o ar, na cara me cai.

Cuspo para o cu, cai-me no rosto.

Custa caro o que sabe bem.

Custa mais a mecha que o sebo.

Custa mais sustentar um vcio que educar dois filhos.

Custa muito pedir, e ainda mais servir.

Custa os olhos da cara.

Custa pouco a Pedro beber a capa de Paio.

Custa pouco a polidez, e vale muito toda vez.

Custa tanto ao doido calar, como ao homem sisudo falar.

Custa tanto ao doido calar, como ao homenzinho falar.

Custa tanto esperar quanto desesperar.

Custou-me descartar do tal maadista.

Cutelo mau corta o dedo e no corta o pau.

Cutelo mau corta o dedo e no o pau.

Cutia ficou cot de tanto fazer favor.

Cutia ficou sem rabo de tanto fazer favor.

D a teu filho bom nome e bom ofcio.

D a unhada e esconde a mo.

Da abundncia do corao fala a boca.

Da abundncia vem o fastio.

Da abundncia vem o tdio.

Da gua mansa livre-nos Deus.

Da gua mansa me livre Deus, que da brava me livrarei eu.

Da gua mansa te guarda, que da rija Deus te apartar.

Da gua mansa te guarda, que da rija ela te apartar.

Da guia mansa me livre Deus, da brava me livrarei eu.

Da guia no nascem pombas.

D ao gato o que h de levar o rato.

D ao gato o que o rato tem de levar.

Da Argentina s vem frente fria.

Da rvore cada todos fazem lenha.

Da barriga puxa o boi.

Da boca das crianas sai a verdade.

Da burra que faz "him" e da mulher que sabe latim, livra-me tu e a mim.

Da carne faz o guisado, das peles guisa o engano.

Da carne faz o guisado; das peles guisa o engano.

Da casa do gato no sai o rato farto.

Da casta vem ao galgo ter uma longa cauda.

Da cintura para baixo no h mulher feia.

Da colher boca se perde a sopa.

Da demanda te guarda em que fores parte.

D Deus (as)nozes a quem no tem dentes.

D Deus a roupa conforme o frio.

D Deus amndoas a quem no tem dentes.

D Deus asas formiga para se perder mais asinha.

D Deus na eira, e tolhe-o Maria na maceira.

D Deus nozes a quem no tem dentes, e dentes a quem no tem nozes.

D deus nozes a quem no tem dentes.

D Deus nozes a quem no tem dentes. (Deus d nozes a quem no tem dentes para as roer.).

D Deus o frio conforme a roupa.

D Deus o frio conforme o cobertor.

D Deus toucinho a quem no tem espeto (D Deus toucinho aos judeus).

Da discusso nasce a luz.

D duas vezes aquele que d depressa.

D duas vezes quem d logo.

D duas vezes quem d sem demora.

D duas vezes quem de pronto d.

D e tem, e fars bem.

Da Espanha vm maus ventos e maus casamentos.

D fala ao advogado o dinheiro de contado.

Da feia e da formosa, a mais proveitosa.

Da festa, o melhor a vspera.

Da flor de Janeiro, ningum enche o celeiro.

Da fome, da peste e da guerra, e do bispo da nossa terra libera nos, Dmine.

Da galinha, a preta; da pata, a parda; da mulher, a sarda.

Da garganta para baixo, tanto sabe a galinha como a sardinha.

Da grossura da terra, vicejam os enxertos.

Da guerra o dano vem cedo, e tarde o proveito.

Da guerra, a paz; da paz, a abundncia; da abundncia, o cio; do cio, a malcia; da malcia, a guerra.

D honra a quem a tem.

Da ignorncia ao saber escondido, pouco dista.

Da ignorncia vista ao saber escondido, pouco dista.

Da justia o pobre s conhece os castigos.

Da laranja e da mulher, o que ela der.

Da laranja e da mulher, o que ela quiser.

Da laranja, o que quiseres; da lima, o que puderes; do limo, o que tiveres.

Da m companhia, guarda-te de ser autor ou parte.

Da m me nascem ms filhas.

Da m massa, um bolo basta.

Da m mulher te guarda e da boa no fies nada.

Da mo boca se perde a sopa.

Da mo boca vai-se a sopa.

Da mata sai quem a queima.

Da mata sai quem se queima.

Da mesma flor a abelha tira o mel, e a vespa, o fel.

Da minha galinha, a postura minha.

Da mulher e da pescada a mais alentada.

Da mulher e da pescada, a mais alentada.

Da mulher e da sardinha, a mais pequenina.

Da mulher e do melo, o melhor o calado.

Da neve, nem cozida nem molhada, no tiras seno gua.

D n, no perders o ponto.

Da noz o figo bom amigo.

Da noz o figo.. bom amigo.

Da noz, o figo bom amigo.

D o neto ao av em que no bom.

D o pai ao filho que nada merece; nunca o filho d ao pai sem interesse.

D ofcio ao vilo, conhec-lo-o.

Da ostra sai a prola.

Da ovelhinha me livre Deus, do lobo me livro eu.

Da panela que ferve, se arredam as moscas.

Da pataca do sovina o diabo tem trs tostes e dez ris.

Da pausa sai a dana.

Da pele alheia, grande correia.

Da pele lhe sairo as correias.

Da pescada a rabada, fresca que no salgada.

Da porta cerrada o diabo se torna.

Da primeira ningum se livra.

Da primeira pancada que se mata a cobra.

Da prpria pele no h quem fuja.

D raiva ao caro afeto, se queres manter o afeto.

Da sardinha e da mulher, a maior que houver.

Da tua mulher e do amigo esperto, no creias seno o que souberes ao certo.

Da unio nasce a fora.

Da vida alheia mestre o barbeiro.

Da vida nada se leva.

D, que no peas.

Ddiva de ruim a seu dono se parece.

Ddiva de ruim com seu dono se parece.

Ddiva mal dada para Deus no vale nada.

Ddivas aplacam homens e deuses.

Ddivas quebrantam penhas.

Dai a cada um o que seu.

Dai a Csar o que de Csar, e a Deus o que de Deus.

Da a Csar o que de Csar.

Dai aos pobres o que demais.

Da o seu a seu dono.

Dai-me dinheiro, no me deis conselho.

Dai-me homem sotranco, dar-vo-lo-ei malicioso.

Dai-me homens ociosos, que eu vo-los darei mentirosos.

Dai-me me acautelada, dar-vos-ei filha guardada.

Dai-me me acautelada, dar-vos-ei filha honrada.

Dai-me onde me sente, que eu arranjarei onde me deite.

Dlia vive, e no sabe que vive.

Dama do monte, cavaleiro da corte.

D-me a gordura, que te darei a formosura.

D-me a mim dinheiro e ao demo conselho.

D-me brancura, dar-te-ei formosura.

D-me de vez, dar-to-ei saboroso.

D-me dinheiro, no me ds conselho.

D-me gordura, dar-te-ei formosura.

D-me onde me sente, que acharei onde me deite.

D-me po e chama-me tolo.

D-me pega sem mancha, dar-te-ei mulher sem tacha.

D-me pega sem manha, dar-te-ei mulher sem tacha.

D-me ventura, deita-me na rua.

D-mo pobre, dar-te-ei aborrecido.

D-mo pobre, dar-te-ei lisonjeiro.

Danar conforme a msica.

D-o deus na eira tolhe-o a mulher na maceira.

Daquilo que bem lhe sabe, no reparte o frade.

Daquilo que uns no gostam, outros enchem a barriga.

Dar a bofetada e esconder a mo de vilo.

Dar a Csar o que de Csar e a Deus o que de Deus.

Dar a corda para se enforcar.

Dar a Deus o que de Deus e a Csar o que de Csar.

Dar a Deus o que o diabo no quis.

Dar a ltima demo.

Dar gua sem caneca.

Dar antes de morrer dispor-se a sofrer.

Dar ao p, que tempo .

Dar aos ricaos lanar gua no mar.

Dar s de vila-diogo.

Dar s gmbias.

Dar as mos palmatria.

Dar as mos pelo diabo e os ps por amor de Deus.

Dar barretadas com o chapu alheio.

Dar bilha de leite por bilha de azeite.

Dar bofetada e esconder a mo.

Dar bolo.

Dar com a cabea contra a parede.

Dar com a lngua nos dentes.

Dar com a mo na testa do riso.

Dar com a verruma no prego.

Dar com as portas na cara.

Dar com as ventas no sedeiro.

Dar com o nariz no sedeiro.

Dar com os burros n'gua.

Dar corda para algum se enforcar.

Dar di, chorar faz pena.

Dar di, chorar faz ranho.

Dar duas verdes com uma madura.

Dar honra, e o pedir, desonra.

Dar honra; pedir desonra.

Dar honra; pedir vergonha.

Dar esmola no empobrece.

Dar gato por lebre.

Dar murros em ponta de faca.

Dar no cravo.

Dar n em pingo d'gua.

Dar no p.

Dar nome aos bois.

Dar o dito por no dito.

Dar o mel para depois dar o fel.

Dar o seu a seu dono.

Dar por paus e por pedras.

Dar sota e s a algum.

Dar tarde recusar.

Dar tempo ao tempo.

Dar tratos bola.

Dar um ovo para ter um boi.

Dar um sabonete a algum.

Dar uma boa ensinadela a algum.

Dar uma bobeada.

Dar uma bofetada sem mo.

Dar uma mancada.

Dar uma no cravo, outra na ferradura.

Dar vida e alma, e no a albarda.

Darei a vida e a alma, mas no a albarda.

Dar-lhe-o, dar-nos-o, dar-vo-lo-emos.

Das guias no nascem pombas.

Das guias no nascem pombos.

Das almas grandes a nobreza esta.

Das aves, boa a perdiz, mas melhor a codorniz.

Das burlas vm as veras.

Das cores a gr e da fruta a ma.

Das cores a gr, da fruta a ma.

Das cores, a gr; das frutas, a ma.

Das festas, as vsperas.

Das grandes ceias esto as covas cheias.

Das grandes ceias esto as sepulturas cheias.

Ds pelo amor de Deus aos que tm mais bens que os teus.

Das telhas para cima, s Deus e os gatos.

Ds uma cama a um mendigo, e ele te paga com um piolho.

Das vidas alheias e da tua compe mezinha para ti.

D-se o p, e ele quer a mo.

D-se-lhe o p e toma-nos a mo.

De "sim" e de "no" nasce toda questo.

De algodo velho no se faz bom pano.

De alto cai, quem alto sobe.

De ama gorda, leite magro.

De amigo lisonjeiro e frades sem mosteiro no cures.

De amigo que no ralha e de faca que no talha, no me d migalha.

De amigo que no ralha, no se me d migalha.

De amigo reconciliado e de caldo requentado, nunca bom bocado.

De amigo reconciliado, guarda-te dele como do diabo.

De amigo sem sangue, guarda no te engane.

De amigo sem sangue, guarda-te no te engane.

De amigos bons, a estimao se faa por provas de perigo e no da taa.

De amor se vive, de amor se morre.

De amor tambm se morre.

De arrudos guarda-te, no sers testemunha nem parte.

De arrudos guarda-te; no te quebraro a cabea.

De rvore cada todo o mundo faz lenha.

De rvore cada todos fazem lenha.

De ave de bico encurvado, guarda-te dela como do diabo.

De bago em bago, enche a velha o saco.

De bago em bago, macaco enche o papo.

De barba a barba, a honra se cata.

De bem em melhor.

De bezerras e vacas, vo peles s praas.

De bezerras e vacas, vo-se as peles s praas.

De boa rvore, bom fruto.

De boa rvore, bons frutos.

De boa casa, boa brasa.

De boa cepa a vinha e de boa me a filha.

De boa filha, boa fiandeira.

De boa guerra, boa paz.

De boa madeira, boa acha.

De boa semente, bom fruto.

De boas ceias as sepulturas esto cheias.

De boas ceias, as sepulturas esto cheias.

De boas intenoes e grandes ceias esto as sepulturas cheias.

De boas intenes e polticos o inferno est cheio.

De boas intenes esta inferno cheio.

De boas intenes est o inferno cheio.

De boas intenes o inferno est calado, e o cu de boas obras.

De boas intenes o inferno est calado.

De boas intenes o inferno est cheio.

De boas intenes o inferno est lotado, e o cu de boas obras.

De boi manso me guarde Deus, que de bravo me guardo eu.

De boi manso me guarde Deus, que do bravo eu me guardarei.

De boi manso me guarde Deus, que do mau eu me guardarei.

De boi manso, guarde a mim Deus, que do bravo eu me guardarei.

De boi sonso, marrada certa.

De bom caminho, dois mandados.

De bom logo, bom fogo.

De bom madeiro, boa acha.

De bom mestre, bom discpulo.

De bom pastor tosquiar, mas no esfolar.

De bom vinho, bom vinagre.

De bons e de melhores, minha filha venham.

De bons propsitos est cheio o inferno, e o cu de boas obras.

De bons propsitos est o inferno cheio, e o cu, de boas obras.

De bons propsitos o inferno est cheio.

De borla ningum trabalha.

De burra que faz "him" e de mulher que sabe latim, livra-te tu e a mim.

De burro ruim s se espera coice.

De burro s se espera coice.

De calar ningum se arrepende, e de falar, sempre.

De caldo requentado e de amigo reconciliado, nunca se faz um bom bocado.

De caldo requentado e de vento de buraco, guarda-te dele como do diabo.

De caldo requentado nunca bom bocado.

De carneiro que recua, grande marrada.

De casa de gato no sai farto o rato.

De casa de gato no sai rato farto.

De casa de gato no vai farto o rato.

De casa de gato, no sai farto o rato.

De casa que tem defunto, no se fecha a porta.

De casa vai quem te manda.

De casta vem ao galgo ter o rabo longo.

De cavalo dado no se repara a idade.

De cavalo pangar e mulher de Nazar, livre-me Deus, dmine.

De cedo casar e cedo madrugar, arrepender-te-s, mas muito mal.

De cem em cem anos, se fazem dos reis vilos, e aos cento e seis, dos vilos reis.

De cobra no nasce passarinho.

De corsrio a corsrio, no se perdem mais que os barris.

De couro alheio, correias compridas.

De couro alheio, correias largas.

De couves cruas, mulheres nuas e lautas ceias esto as sepulturas cheias.

De cunhado, nunca bom bocado.

De curral alheio, nunca bom cordeiro.

De demanda guarda-te em que sejas parte.

De Deus lhe venha o remdio.

De Deus vem o bem, e das abelhas, o mel.

De Deus vem o mal e o bem.

De dia em dia casars Maria.

De dia em dia morreu minha tia.

De dia, na lama; de noite, na cama.

De dinheiro e da verdade, metade da metade.

De dinheiro e santidade, metade da metade.

De dinheiro, de juzo e de virtude, no acredites seno a quarta parte.

De doido, pedrada ou m palavra.

De doido, pedrada ou palavrada.

De esgueira, nem bom vento, nem bom casamento.

De esmola grande o pobre desconfia.

De Espanha nem bom vento nem bom casamento.

De Espanha nem bons ventos nem bons casamentos.

De Espanha, nem bom vento nem bom casamento.

De Espanha, nem bom vento, nem bom casamento.

De esperana se vive at a morte.

De esperana tambm se vive.

De esperana vive o homem at a morte.

De esperanas vive o homem at que morre.

De estudantes de caf, libera nos, Dmine.

De falar como se deve, pouco se perde.

De falso bem, o verdadeiro mal vem.

De farei, farei, nunca me pagarei.

De fartas ceias esto as sepulturas cheias.

De fartas ceias, esto as sepulturas cheias.

De ferreiro a ferreiro no passa dinheiro.

De filhas a casar e filhos a estudar livrar.

De filhos e herdeiros, campos cheios.

De focinho de co no se tira manteiga.

De fogo te guardars e de mau homem no poders.

De fome no vi morrer, mas sim de muito comer.

De fome ningum vi morrer, a muitos sim, de muito comer.

De fome ningum vi morrer, porm a muitos de muito comer.

De fora vir quem de casa nos deitar.

De foro, nem um ovo.

De gaiolas fechadas no saem perdizes.

De galinhas e ms fadas no se enchem as casas.

De galinhas e ms fadas se enchem as casas.

De gato danado nascem os trabalhos.

De gota em gota o mar se esgota.

De graa s relgio trabalha, e assim mesmo quer corda.

De graa s se d bom dia.

De graa s se d bom-dia.

De graa, at injeo na testa.

De graa, at injeo na veia.

De graa, at nibus errado.

De graa, at tapa na cara.

De grande corao sofrer, de grande senhor, ouvir.

De grande rio, grande peixe.

De grande subida, grande cada.

De grande subida, grande descida.

De grandes causas, grandes efeitos.

De grandes ceias esto as campas cheias.

De grandes ceias esto as covas cheias.

De grandes ceias esto as sepulturas cheias.

De grandes senhores, grandes favores.

De gro em gro a galinha enche o papo, e o velho, o saco.

De gro em gro a galinha enche o papo.

De gro em gro a galinha engasga.

De gro em gro enche a galinha o paparro.

De guardado est perdido.

De homem assinalado s desconfiado.

De homem corts foge de vez.

De homem muito corts foge de vez.

De homem para homem no vai fora de boi.

De homem sem barba, co com baba e boi de rabo alvo, pe-te a salvo.

De homem s, tende d.

De homem vingativo ou bravo no digas que tens agravo.

De homens insubstituveis est cheio o cemitrio.

De hora a hora Deus melhora.

De hora em hora Deus melhora.

De inimigo reconciliado, nunca bom bocado.

De janeiro a janeiro o dinheiro do banqueiro.

De jovem anjo, velho diabo.

De juiz tolo, sentena pronta.

De juzes no me curo, que minhas obras me fazem seguro.

De l nos venham as pedras, de onde esto os nossos.

De ladro de casa ningum se livra.

De laranja, o que quiseres; da lima, o que puderes e de limo, o que tiveres.

De lautas ceias esto as sepulturas cheias.

De leal e bom servidor, virs a ser senhor.

De linho mordido, nunca bom fio.

De livro fechado no sai letrado.

De longas vias, longas mentiras.

De longe tambm se ama.

De longe te trouxe um figo; quando te vi, comi-o.

De longe vem a gua ao moinho.

De longos caminhos, longas mentiras.

De longos sonos e grandes ceias esto as sepulturas cheias.

De louco, todos temos um pouco.

De m companhia foge, e livra-te do ruge-ruge.

De m companhia guarda-te de ser autor nem parte.

De m mata, nunca boa caa.

De madrasta o nome basta.

De mal-agradecidos est o inferno cheio.

De mamando a caducando, a gente vai-se educando.

De manh a manh perde o carneiro a l.

De manh ao monte, e de tarde fonte.

De manh que comea o dia.

De manh que se comea o dia.

De manh em manh, perde o carneiro a l.

De manh se comea o dia.

De massa de m casta, um bolo basta.

De mau corvo, mau ovo.

De mau gro, nunca bom po.

De mau ninho, no cries o passarinho.

De mau ninho, nunca cries o passarinho.

De maus costumes nascem boas leis.

De maus filhos, maus amigos.

De mdico e de louco todos (ns) temos um pouco.

De mdico e de louco, cada um tem um pouco.

De mdico e de louco, todo o mundo tem um pouco.

De mdico e de louco, todos ns temos um pouco.

De mdico e de louco, todos temos um pouco.

De mdico e louco, todos ns temos um pouco.

De mdico, de sbio e de louco todos temos um pouco.

De mdico, engenheiro e louco, todos temos um pouco.

De mdico, poeta e louco, todo mundo tem um pouco.

De mdico, poeta e louco, todos ns temos um pouco.

De mdico, professor e louco, todos ns temos um pouco.

De meninos se fazem os homens.

De milho a milho, cama de novilho.

De mim digam, e a mim pidam.

De mim e do meu asno haja pensado, que do mal alheio no h cuidado.

De mim e do meu asno haja pensado, que o mal alheio no me d cuidado.

De mim saiu quem me feriu.

De mim s me aconselhei; de mim s me lamentarei.

De mole a mole, longe vai o homem.

De monte a monte, vai o rio.

De muita alegria tambm se morre.

De muitos perigos nos livra a falta de riquezas.

De muitos poucos se faz um muito.

De mulher de igreja, Deus nos proteja.

De msico, poeta e louco todos ns temos um pouco.

De nada duvida quem nada sabe.

De nada fez Deus o mundo.

De nada, nada se faz.

De nenhum proveito o entendimento, quando no se faz o que se sabe que bom.

De nenhuma mulher h que fiar, e de todo homem h muito que temer.

De neve, nem cozida nem molhada, no tiras seno gua.

De noite candeia, a burra parece donzela.

De noite candeia, a velha parece donzela.

De noite candeia, no h mulher feia.

De noite candeia, parece bonita a feia.

De noite deita teu gado na erva do teu prado.

De noite deita teu gado na terra do teu prado.

De noite sonha no que de dia anda cuidando.

De noite todos os gatos so pardos.

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