Portugiesische Weisheiten 16


Dia de S. Silvestre, quem tem carne que lhe preste.

Dia de Santo Andr o porco faz qu qu.

Dia de so nunca, de tarde.

Dia de tosquia, dia de sangria.

Dia em dia, casars Maria.

Dia em que no me enfeitei, veio a casa quem eu no cuidei.

Dia frio e dia quente fazem andar o homem doente.

Dia grande tem vspera.

Dia nenhum sem bem algum.

Dia perdido nunca preenchido.

Diabo, diabo, tanto pica a pega, que quebra o bico.

Dias de maio dias de amargura mal amanhece logo noite escura(entre namoros).

Dias de muito, vspera de pouco.

Dias de tudo vesperas de nada.

Dias passados, fogueiras mortas; quem os recorda, revolve cinzas.

Diferena h de Pedro a Pedro.

Difcil de fazer calar depois de ouvir e ver.

Diga minha vizinha, e tenha eu meu saco de farinha.

Digna de nome e fama a mulher que no tem fama.

Digo danado o co que me quer mal.

Digo uma e digo outra, quem no fia, no faz touca.

Digo uma, digo outra, quem no fia, no tem touca.

Digo-o a vs nora para que me entendais sogra.

Digo-te filha, entende-me nora.

Dinheiro achado no roubado.

Dinheiro adiantado, mal parado.

Dinheiro amuado, barco de carreira parado.

Dinheiro assim como vem, vai.

Dinheiro atrai dinheiro.

Dinheiro chama dinheiro.

Dinheiro compra tudo.

Dinheiro d senhoria.

Dinheiro de contado ganha soldado.

Dinheiro de ladro no engorda cristo.

Dinheiro de onzena com seu dono come mesa.

Dinheiro de padre e brasileiro no chega a terceiro.

Dinheiro de pobre igual a sabo: pega na mo, escorrega.

Dinheiro de pobre parece sabo: quando ele pega, escorrega da mo.

Dinheiro de tolo patrimnio do avisado.

Dinheiro de trouxa farra de sabido.

Dinheiro a medida de todas as coisas.

Dinheiro chave que destranca toda porta.

Dinheiro e estrume, s presta espalhado.

Dinheiro e fruta s serve para se comer.

Dinheiro e fruta s servem para se comer.

Dinheiro e mulher bonita quem governa este mundo.

Dinheiro e mulher, mostrado est em vspera de ser roubado.

Dinheiro que faz dinheiro.

Dinheiro que faz guerra.

Dinheiro remdio para todos os males.

Dinheiro remdio, fiado s amanh.

Dinheiro remdio.

Dinheiro sangue.

Dinheiro e sade s tm valor depois que se perde.

Dinheiro sade, fiado s amanh.

Dinheiro em cobre para pobre; dinheiro em ouro, a quem o tem causa bom agouro.

Dinheiro em fundo de ba que nem mijo de ovelha: no serve nem arremedeia.

Dinheiro emprestado no seja mais reclamado.

Dinheiro emprestado parte rindo e volta chorando.

Dinheiro emprestado parte rindo, mas volta chorando.

Dinheiro emprestado, dinheiro arriscado.

Dinheiro emprestado, inimigo ganhaste.

Dinheiro emprestado, mal parado.

Dinheiro emprestaste, inimigo ganhaste.

Dinheiro espalhado mais difcil de ajuntar do que gua de lote de arribar.

Dinheiro faz batalha, que no brao longo.

Dinheiro faz o mar cho.

Dinheiro ganha dinheiro.

Dinheiro guardado dura muito tempo.

Dinheiro guardado dura muito.

Dinheiro haja!.

Dinheiro mal ganhado, gua o deu, gua o levou.

Dinheiro muito, fartura de poucos.

Dinheiro no atura desaforo.

Dinheiro no cai do cu.

Dinheiro no compra felicidade.

Dinheiro no compra tudo.

Dinheiro no d em rvore.

Dinheiro no deita cheiro.

Dinheiro no capim.

Dinheiro no tem cheiro.

Dinheiro no tem dono.

Dinheiro no traz felicidade, mas ajuda a sofrer com conforto.

Dinheiro no traz felicidade, mas ajuda.

Dinheiro no traz felicidade, sobretudo quando pouco.

Dinheiro no traz felicidade.

Dinheiro nunca demais.

Dinheiro pouco que nem barata em terreiro de galinha.

Dinheiro sobre penhor e sobre palavra, e, tendo, pela fralda.

Dinheiro tinha o menino, quando moa o moinho.

Dinheiro, assim como veio, assim vai.

Dinheiro, e no conselhos.

Dinheiro, o rei verdadeiro.

Dinheiro, se fosse piolho, todo mundo podia ter.

Dinheiros de sacristo, cantando vm, cantando vo.

Diogo bom amigo, mas mente de contnuo.

Discpulo com cuidado e mestre bem pago.

Discreta perseverana tudo alcana.

Discreto como os bois de Joo Afonso, que fogem da relva para a serra.

Discrio sem condio, d-la ao demo.

Discutamos muitas vezes, no disputemos nunca.

Disposio para brigar, a ocasio que d.

Disse a caldeira sert: tir-te l, no me luxes.

Disse o escaravelho aos filhos: vinde c, minhas flores.

Disse o leite ao vinho: venhas em boa hora, amigo!.

Dissimular virtude de reis e criados de quarto.

Disso nos podeis despedir, como a galinha aos dentes.

Distingue o tempo e concordars o direito.

Dita alcana, que no brao longo.

Ditados velhos so evangelhos.

Dito de criana e repente de mulher, aproveite-o quem quiser.

Dito e feito.

Dito e feito: aqui te pilho, aqui te mato.

Dito sem feito no traz proveito.

Ditos ocos, ouvidos moucos.

Ditosa a casa em que s um gasta.

Ditosa a casa onde s um gasta.

Ditoso de quem experimenta em cabea alheia.

Ditoso quem experimenta em cabea alheia.

Dvida de jogo sagrada.

Dvida velha no se paga, dvida nova deixa-se ficar velha.

Dividas e pecados quem os faz paga-os.

Dvidas velhas no se pagam.

Dvidas velhas, pecados velhos.

Dvidas velhas, velhos pecados.

Divide e impera.

Divide para dominar.

Dividir para governar.

Dividir para reinar.

Diz a abelha: traze-me cavaleira, dar-te-ei mel e cera.

Diz a boca o que o corao sente.

Diz a caldeira sert: sai para l, no me enfarrusques.

Diz a caldeira sert: tira-te para l, no me enfarrusques.

Diz a caldeira sert: tir-te l, no me luxes.

Diz a cara com a careta.

Diz mal das cartas e joga com dois baralhos.

Diz o asno ao mulo: tira-te daqui, orelhudo!.

Diz o asno s couves: "Pax vobis".

Diz o corvo pega: chega-te para l, que s negra.

Diz o coveiro, no queremos que ningum morra s queremos que a nossa vida corra.

Diz o prior da aldeia: Quem fez os borres, que os leia.

Diz o rifo: Terra negra d bom po.

Diz o roto ao nu: Por que no te coses tu?.

Diz o roto ao nu: Por que no te vestes tu?.

Diz o so ao doente: Deus te d sade.

Diz o tacho caldeira: sai para l, no me enfarrusques.

Diz o tacho caldeira: tira-te para l, no me enfarrusques.

Diz o tacho sert: tira-te para l, no me mascarres.

Diz um verso acostumado: quem quer fogo, busque a lenha.

Dize a quem acompanhas, dir-te-ei quais so as tuas manhas.

Dize ao amigo segredo, pr-te- os ps no pescoo.

Dize ao doido, mas no ao surdo.

Dize-lhe que formosa, tornar-se- doida.

Dizem e diro que a pega no gavio.

Dizem e diro que narceja no gavio.

Dizem em Roma que a mulher fie e coma.

Dizem os antigos, gente rude e sincera: Nunca passou por mau tempo a chuva da primavera.

Dizem os filhos ao soalheiro o que ouvem a seus pais ao fumeiro.

Dizem os sinos de Santo Anto que por dar do.

Dizem os sinos de Santo Anto, por dar do.

Dizem que trs mes boas do luz trs filhas ms: da verdade, o dio; da muita conversao, o desprezo; da paz, a ociosidade.

Dize-me com quem andas e eu te direi as manhas que tens.

Dize-me com quem andas, dir-te-ei quem s.

Dize-me com quem lidas, dir-te-ei as manhas que tens.

Dize-me com quem vais, dir-te-ei o que fars.

Dize-me do que blasonas, dir-te-ei do que precisas.

Dize-me mentira, descobrirs verdade.

Dize-me o que comes, dir-te-ei quem s.

Dize-me o que ls, dir-te-ei quem s.

Dize-me o que tens e onde o tens, dir-te-ei quanto vales.

Dize-me quanto tens, dir-te-ei quanto vales.

Dize-me quem so teus pais, dir-te-ei a quem sais.

Dizemos muito, falando pouco, quando nos expressamos bem.

Dizendo e fazendo.

Dizendo-se as verdades, perdem-se as amizades.

Dizer a verdade nua e crua.

Dizer bem por diante e roer por detrs.

Dizer cobras e lagartos.

Dizer com todas as letras.

Dizer de algum o que no disse Mafoma do toucinho.

Dizer e fazer no comem mesma mesa.

Dizer uma coisa, fazer que so elas.

Dizer em bom portugus.

Dizer mentira por tirar verdade.

Dizer no custa: fazer que custa.

Dizer nas barbas de algum.

Dizer nas bochechas de algum.

Dizer quanto lhe vem boca.

Dizer uma coisa por outra.

Diz-me com quem andas dir-te-ei quem s.

Do acaso te digo que tem seu perigo.

Do adulador, quanto mais longe melhor.

Do amigo no esperes aquilo que tu puderes.

Do amigo que no ralha e de faca que no talha, no me ds migalha.

Do amigo sem sangue, guarda-te no te engane.

Do amigo, bem; do inimigo, nem bem nem mal.

Do amigo, do vinho, do caf, o mais antigo melhor .

Do amigo, o que te quiser dizer.

Do bem alheio todos somos generosos.

Do bem ao mal vai um quarto de real.

Do bom fazer bem.

Do bom logo, bom fogo.

Do bom vinho, bom vinagre.

Do bom, bom fiador, e do mau, nenhum penhor, nem nenhum fiador.

Do bom, sem penhor, e do mau, nenhum penhor, nenhum fiador.

Do bom, sem penhor.

Do bom, tudo, e do ruim, nada.

Do cabelo ou do sangue da besta que te faz a mordedura, fars a cura.

Do caldo requentado nunca bom bocado.

Do capo a perna, da galinha a titela (carne do peito).

Do capo, a perna, e da galinha, a titela.

Do casar e do morrer, sempre houve que dizer.

Do contado come o gato.

Do contado come o lobo.

Do couro saem as correias.

Do couro sai a correia.

Do couro sairo as correias.

Do couro se tiram as correias.

Do curral alheio, nunca bom cordeiro.

Do destino no se foge.

Do dinheiro e da verdade, a metade da metade.

Do dinheiro faz valer o efeito, e nunca perders teu direito.

Do dito ao feito h grande diferena.

Do dito ao feito vai grande diferena.

Do dito ao feito vai grande eito.

Do dito ao feito, grande distncia via.

Do dizer ao fazer, h muita coisa a ver.

Do dizer ao fazer, vai muita diferena.

Do dizer ao fazer, vai muito.

Do erro alheio tira o prudente conselho.

Do faminto avarento o mundo ri, pois nada do que junta para si.

Do fogo te guardars; do homem, no poders.

Do homem agradecido todo o bem crido.

Do homem agradecido todo o bem querido.

Do homem assinalado, s desconfiado.

Do homem dissimulado, guarda-te como do diabo.

Do homem errar, e da besta, teimar.

Do homem errar, e das bestas, teimar.

Do homem o errar, e da besta, o teimar.

Do homem, a praa; da mulher, a casa.

Do indigente ningum parente.

Do indigente ningum quer ser primo nem parente.

Do irado foge um pouco, e do inimigo, de todo.

Do irado pouco te desvia, e do praguento, toda a tua vida.

Do jeitinho do passarinho, assim o ninho.

Do jeito que tocar, eu dano.

Do limo e do vilo, o que tiver.

Do linho arestoso faz camisas a teu esposo.

Do lodo sai, no arroio cai.

Do mal guardado come o gato.

Do mal que faz o lobo, apraz-se o corvo.

Do mal que fizeres, no tenhas testigo, ainda que seja amigo.

Do mal que o homem foge, desse morre.

Do mal, o menor.

Do mal, o menos.

Do mar se tira o sal, e da mulher, muito mal.

Do mar se tira o sal, e da mulher, o mal.

Do mau corvo, mau ovo.

Do mau pagador, em farelos.

Do mundo nada se leva.

Do nada, nada se faz.

Do nariz boca a distncia pouca.

Do nscio, s vezes bom conselho.

Do nosso inimigo, s vezes a maldade a origem da nossa felicidade.

Do ouro e do ferro, tudo um peso.

Do po do meu compadre, grande fatia a meu afilhado.

Do po do meu compadre, grossa fatia ao afilhado.

Do po do nosso compadre, grande fatia ao afilhado.

Do po do nosso compadre, grande fatia para o nosso afilhado.

Do perdido perca-se o sentido.

Do pouco saber vem o muito ousar.

Do pouco, pouco, e do muito, muito.

Do pouco, pouco, e do muito, nada.

Do poupar vem o ter.

Do prato boca perde-se a sopa.

Do prato boca se perde a sopa.

Do prato boca se perde muitas vezes a sopa.

Do prudente cuidar, do nscio dizer: "No cuidei".

Do prudente mudar de conselho.

Do que diz que no bebe mel, livre Deus minhas colmeias.

Do que novo gosta o povo.

Do que est cheio o corao, disso fala a boca.

Do que fao, disso me guardo.

Do que no heis de comer, deixai-o bem colher.

Do que uns no querem enchem outros a barriga.

Do que vires e do que no vires, no te admires.

Do rabo do porco, nunca bom virote.

Do rei e do sol, quanto mais longe, melhor.

Do rei, ou muito perto, ou muito longe.

Do rico dar remdio, e do velho, conselho.

Do rio manso me guarde Deus, que do bravo eu me guardarei.

Do ruge-ruge da multido se faz a revoluo.

Do ruge-ruge se fazem os cascavis.

Do saber nascem cuidados.

Do saber vem o ter.

Do sbio mudar conselho.

Do soldado que no tem capa, guarda a tua na arca.

Do sorriso da mulher nasceram as flores.

Do tanto que tens, guarda sempre um vintm.

Do tempo em que se amarrava cachorro com lingia.

Do trabalho e experincia, aprendeu o homem a cincia.

Do traidor fars leal, com bom falar.

Do traidor fars leal, com teu falar.

Do trovo escapei e no relmpago dei.

Do vinho e da mulher, livre-se o homem, se puder.

Dobra a lngua sete vezes, antes de proferir qualquer palavra.

Dobra a lngua.

Dobrada a falsidade feita com cor de verdade.

Dobrada a maldade feita com a cor da verdade.

Dobrado tem o perigo, quem foge do inimigo.

Doce a guerra para quem no anda nela.

Doce a guerra para quem no andou nela.

Doce o tormento que traz aps si contentamento.

Doce o tormento que traz contentamento.

Doena bem tratada poucas vezes demorada.

Doena comprida em morte acaba.

Doena de tordo, rosto magro, corpo gordo.

Doena vem a cavalo e volta a p.

Doente perigoso torna o mdico piedoso.

Di a cabea, doem os membros todos.

Doidos e porfiados fazem grandes sobrados.

Dois a um banco, um sai manco.

Dois a um, metem-lhe a palha peco cu.

Dois aleivosos bastam para condenar um justo.

Dois amigos de uma bolsa, um canta e outro chora.

Dois bicudos no se beijam.

Dois carneiros chifrudos no bebem do mesmo cocho.

Dois carneiros chifrudos no bebem numa cumbuca.

Dois carneiros de chifre no bebem numa tigela.

Dois duros no levantam muro.

Dois galos no cabem num poleiro.

Dois galos no cantam no mesmo terreiro.

Dois galos no cantam num s terreiro.

Dois galos num poleiro, dois pardais numa espiga, no fazem liga.

Dois gnios iguais no fazem liga.

Dois lobos a um co, bem o comero.

Dois muitos e dois poucos fazem cedo uma pessoa rica.

Dois narigudos no se beijam.

Dois olhos enxergam mais que um s.

Dois pardais na mesma espiga nunca fazem liga.

Dois pardais numa espiga nunca fazem boa liga.

Dois pardais numa espiga nunca fazem liga.

Dois pardais numa espiga nunca ligam.

Dois pssaros empoleirados no mesmo ramo no fazem boa farinha por muito tempo.

Dois ps no cabem num sapato.

Dois pesos, duas medidas.

Dois pobres a uma porta no fazem negcio.

Dois proveitos no cabem num saco.

Dois proveitos num saco, s se dando um n no meio.

Dois sacos no se tm em p.

Dois sacos vazios no ficam em p.

Dois sacos vazios no param em p.

Dois sacos vazios no se tm em p.

Dois sobre um asno, sinal de bom ano.

Dois sis no cabem no mundo.

Dois sis no cabem num mundo.

Dois tatus-machos no moram num buraco.

Dois ursos no podem viver na mesma jaula.

Domar potros, porm poucos.

Donas em sobrado, rs em charco, agulhas em saco, no podem estar sem deitar a cabea de fora.

Donde s, homem? Donde minha mulher.

Donde esperana no se tem, s vezes nos chega o bem.

Donde esperana o homem no tem, s vezes da lhe vem o bem.

Donde esperana o homem no tem, s vezes lhe chega o bem.

Donde fogo no h, fumo no se levanta.

Donde menos se espera, da que vem.

Donde menos se espera, salta a lebre.

Donde no se cuida, salta a lebre.

Donde no se espera, da que sai.

Donde no se espera, da vem.

Donde no se espera, vem o bem.

Donde o clrigo canta, da janta.

Donde o sandeu se perdeu, o bom siso aviso colheu.

Donde perdeste a capa, da te guarda.

Donde saiu a cabra, entra o cordeiro.

Donde se perdeu o sandeu, o sisudo aviso colheu.

Donde se tira e no se bota, cedo chega-se ao fundo.

Donde se tira e no se bota, no pode durar muito.

Donde se tira e no se pe, cedo se v o fundo.

Donde se tira e no se pe, mngua faz.

Donde te querem, a te convidam.

Donde tiram e no pem, cedo chegam ao fundo.

Donde tiram e no pem, faz falta.

Donde vais mal? Onde h mais mal.

Donde veio a Pedro falar galego?.

Donde veio o asno, vir a albarda.

Donde vem a excomunho, de l vem a absolvio.

Donde vem a Pedro falar galego?.

Donde vem o asno, vem a albarda.

Donde vindes, aranha? De casa da minha cunhada.

Doninha matreira no cai na ratoeira.

Donos o do, servos o choram.

Donzela honesta, ter o que fazer sua festa.

Dor alheia no diz nada para quem no a tem.

Dor de barriga no d uma vez s.

Dor de barriga no di uma vez s.

Dor de cabea minha e as vacas nossas.

Dor de cotovelo e dor de marido, ainda que doa, logo esquecido.

Dor de mulher morta dura at a porta.

Dor de parente, dor de dente.

Dor e desgraa, para quem a passa.

Dores com po so menores.

Dores compartilhadas so menores.

Dorme bem quem tem a conscincia tranqila.

Dorme sem ceia, acordars sem dvidas.

Dormir com janela aberta, constipao quase certa.

Dormir de touca.

Dormir meia mantena.

Dormir no cho para no cair da cama.

Dormirei, boas novas acharei.

Dormirei, dormirei, boas novas acharei.

Dos amigos me guarde Deus, que dos inimigos me guardarei eu.

Dos amigos, o que possvel.

Dos arrependido o reino do cu.

Dos bem acutilados se fazem os experimentados.

Dos bem escarmentados se fazem os arteiros.

Dos bons pagar mal com mal.

Dos bons, bom penhor; dos maus, no fiador.

Dos cheiros o po, e dos sabores o sal.

Dos cheiros, o po; dos sabores, o sal.

Dos descuidados comem os escrives e os rendeiros.

Dos enganos vivem os escrives.

Dos escarmentados saem os arteiros.

Dos escarmentados saem os avisados.

Dos escarmentados se fazem os arteiros.

Dos escarmentados se fazem os avisados.

Dos feridos se fazem os mestres.

Dos filhos, o que falta, esse mais se ama.

Dos fracos no reza a histria.

Dos homens, e no das pedras, se fazem bispos.

Dos mal-agradecidos est o inferno cheio.

Dos males, o menor.

Dos maus costumes nascem as boas leis.

Dos meninos se fazem os homens.

Dos quarenta para cima, no te cases, nem emigres, nem molhes a barriga.

Dos que no comem mel, livre Deus minhas colmeias.

Dos quinze para os dezesseis, raparigas, vs bem sabeis.

Dos ruge-ruge se fazem os cascavis.

Dos Santos ao Advento, pouca chuva e pouco vento.

Dos Santos ao Natal Inverno geral.

Dos Santos ao Natal, Inverno natural.

Dos tolos comem os avisados.

Dou um boi para no entrar na briga, mas dou uma boiada para no sair.

Dourar a plula.

Doutrina de Frei Toms: faam o que ele diz e no o que ele faz.

Doutrina que s se recebeu ao ouvido, banquete que s se comeu em sonho.

Doze galinhas e um galo comem como um cavalo.

Duas aves de rapina no se guardam companhia.

Duas bandas de boi no fazem um boi.

Duas brasas que fazem fasca.

Duas cabeas e uma s carapua.

Duas cabeas pensam melhor do que uma.

Duas ceias ms num ventre cabem.

Duas coisas matam de repente: vento pelas costas e a sogra pela frente.

Duas crias ms num ventre cabem.

Duas espadas no cabem na mesma bainha.

Duas mortes sofre quem por mo alheia morre.

Duas mudanas equivalem a um incndio.

Duas mudanas equivalem a um roubo; trs, a um incndio; quatro, a uma devastao.

Duas mudanas valem por um incndio.

Duas mulheresfazem um mercado 4 uma feira.

Duas orelhas, uma lngua, ouve duas vezes por cada vez que falas.

Duas pedras speras no fazem farinha.

Duas pedras duras no fazem farinha.

Duas verdes, com uma madura.

Duas vezes molstia.

Duas vezes perdido o que ao ingrato concedido.

Duas vezes tolo quem faz mal e o apregoa.

Duas vezes tolo quem faz o mal e o apregoa.

Dum espinho nasce a rosa, e desta, outro espinho.

Dum lado chove, de outro venta.

Dum pau torto sempre se faz um arrocho.

Dum sim e dum no nasceu a questo.

Duma cajadada matou dois coelhos.

Duma fasca se queima tambm uma vila.

Duma fraca toca nasce um bicho bom.

Dura a mentira enquanto no chega a verdade.

Dura a lei, mas lei.

Dura pouco o tratar do asno.

Dure o que durar, como colher de pau.

Dure pouco a festa, mas bem parea.

Duro com duro no d bom muro.

Duro com duro no faz bom muro.

Duro com duro no levanta muro.

Duro como a sepultura o cime.

Duro de cozer, duro de comer.

Duro deixar o costume.

Duro deixar o usado.

Duro , de mau grado, deixar o usado.

Duros feitos com brandos rogos se vencem.

Duvidar mais filosfico que decidir.

a beleza o principal dom que a natureza nos outorga e o primeiro que nos arrebata.

a dificuldade que prova a amizade.

a inteno que faz a ao.

a ltima gota que faz transbordar o copo.

andando que cachorro acha osso.

ao mau pastor que o lobo d louvor.

apenas um passo do sublime o ridculo.

assim neste mundo: um selado, outro corcunda.

bastante rico, quem nada deve.

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