Portugiesische Weisheiten 8


Ao rico, sobejam-lhe os amigos.

Ao ruim falta pousada, quer fora, quer em casa.

Ao ruim no h ruim e meio.

Ao ruim, no h mal que lhe chegue.

Ao ruim, quanto mais lhe rogam, mais se estende.

Ao ruim, ruim e meio.

Ao sbado noite, Maria d c a roca.

Ao servo mais vale obedecer ao senhor que dar-lhe conselho.

Ao servo mau convm punio e ao bom, bom galardo.

Ao terceiro dia, maior dor na ferida.

Ao teu amigo, se te guarda puridade, dize-lhe a verdade.

Ao teu criado no fartes de po, no pedir queijo.

Ao trabalho, a riqueza; a misria preguia.

Ao velho recm-casado, rezar-lhe por finado.

Ao velho, muda-lhe o ar, v-lo-s acabar.

Ao vencedor, as batatas.

Ao vero, taverneira; ao inverno, padeira.

Ao vilo d-se o p, ele quer a mo.

Ao vilo d-se-lhe um p, e toma-nos a mo.

Ao vilo, do-lhe o p e toma a mo.

Ao vilo, se deres o p, tomar-te- a mo.

Ao vivo tudo falta, e ao morto tudo sobra.

Aonde a galinha tem os olhos, tem os ovos.

Aonde a galinha tem os ovos, l se lhe vo os olhos.

Aonde a razo no se ouve, doido quem no se cala.

Aonde a vaca vai, o boi vai atrs.

Aonde alhos h, vinho haver.

Aonde as do, a se fazem.

Aonde as do, a se pagam.

Aonde est o galo, no canta a galinha.

Aonde est o papa, a Roma.

Aonde falta o poder, ningum pode responder.

Aonde fora no h, direito se perde.

Aonde fores ter, fars como vires fazer.

Aonde h bom saber, poucas vezes h que repreender.

Aonde h duas vontades, no pode haver unio.

Aonde h filhos, nem parentes, nem amigos.

Aonde h vontade, no voga a razo.

Aonde ir o boi que no lavra, pois que sabe?.

Aonde ir o boi que no lavra?.

Aonde ir o boi que no lavre, pois que sabe?.

Aonde lhes cabe o po, no lhes cabe o mais.

Aonde me vai bem, a tenho pai e me.

Aonde no chega o homem, chega o grito.

Aonde no h virtude, no h honra.

Aonde o amo fala, tudo cala.

Aonde o ouro fala, tudo cala.

Aonde perdeste a capa, a a cata.

Aonde perdeste a capa, da te guarda.

Aonde quer que vs, como vires fazer, fars.

Aonde se do estocadas, a se apanham.

Aonde se fazem, a se pagam.

Aonde se quebrou o pote, a procura a rodilha.

Aonde te conhecem, honra te fazem.

Aonde te querem muito, no vs a mido.

Aonde vai a inclinao, a vai a sentena.

Aonde vai o ferro, vai a ferrugem.

Aonde vais mal? Aonde h mais mal.

Aos 40 ou vai ou arrebenta.

Aos afortunados at os galos pem ovos.

Aos bobos aparece Santa Maria.

Aos cavalos e s mulheres, guard-los de alugueres.

Aos empurres no h composies.

Aos homens dar a comer, no dar a saber.

Aos lobos aparece Santa Maria.

Aos mortos e aos ausentes, nem os insultes, nem os atormentes.

Aos mortos, sepultura, e aos vivos, escpula.

Aos mortos, sepultura, e aos vivos, soltura.

Aos olhos da inveja, todo sucesso crime.

Aos olhos tem a morte quem no corcel passa a ponte.

Aos olhos tem a morte, quem no cavalo passa a ponte.

Aos parvos aparecem os santos.

Aos peixes no se ensina a nadar.

Aos pobres at os ces ladram.

Aos quarenta, ou vai ou arrebenta.

Aos que dormem descansados, dormem os cuidados.

Aos que no sabem, tudo lhes danoso.

Aos seis assenta, aos sete adenta, ao ano andante, aos dois falante.

Aos trinta anos, quem no tolo, mdico.

Aos vinte anos, cabea louca; aos trinta, riqueza pouca.

Aos vinte anos, cabea oca; aos trinta, riqueza pouca.

Apagar o fogo com azeite.

Apanha a ocasio por um cabelo.

Apanha com cajado, quem se mete onde no chamado.

Apanhador de cinza, derramador de farinha.

Apanham-se mais moscas com um litro de mel que com um barril de fel.

Apanhar a cinza e derramar a farinha.

Apanha-se mais depressa um mentiroso que um coxo.

Apanhei-te, cavaquinho!.

Apartamento, esquecimento.

Apenas a guia pode olhar para o sol.

Apenas nascemos, choramos, e cada dia nos diz o porqu.

Apenas tens de arranhar um homem para encontrar o animal.

Apertar os parafusos.

Aponta para o alto e acertars no alvo.

Aps a pena vem o prazer, e aps o prazer vem a pena.

Aps a tempestade vm os dias serenos.

Aps a tempestade, a bonana.

Aps o prazer vem a pena.

Aps o riso, o pranto.

Aps o temporal vem a bonana.

Aps uma mentira, vem outra ainda maior.

Apregoa vinho e vende vinagre.

Aprende alta e baixa e, como te tangerem, assim dana.

Aprende chorando, e rirs ganhando.

Aprende e sabers.

Aprende e sers mestre.

Aprende na cabea alheia, antes que os outros venham aprender na tua.

Aprende por alto e irs por diante.

Aprende por arte e irs por diante.

Aprende, pratica e sers mestre.

Aprender sua custa.

Aprender at morrer.

Aprender com o exemplo do vizinho.

Aprender em cabea alheia.

Aprende-se at morrer e morre-se sem saber.

Aprende-se at morrer.

Aprendiz de muitos ofcios no chega a mestre em nenhum deles.

Apressado come cru, e atrasado no come.

Apressado come cru.

Aproveita, enquanto o Brs tesoureiro.

Aproveita, enquanto o cavalo alheio e o estribo nosso.

Aproveita, jacar, que a lagoa h de secar.

Aproveitador de farelos, esperdiador de farinha.

Aproveitar das hstias, enquanto o Brs tesoureiro.

Aproveitar os farelos e esperdiar a farinha.

Aproveitas a outros e a ti esperdias.

Aproveita-te do que diz o velho, e valer por dois o teu conselho.

Aproveita-te do que diz o velho, e valer por dois teu voto em conselho.

Aproveita-te, enquanto for tempo.

Aquela ave m, que em seu ninho suja.

Aquela bem casada, que no tem sogra nem cunhada.

Aquela boa e honrada, que est viva sepultada.

Aquela casta, que no foi rogada.

Aquela h de chorar, que teve bem e veio a mal.

Aquele andar pelas calejas, que no h igual renda com as despesas.

Aquele da razo alheio, que de sbio despreza o conselho.

Aquele teu amigo, que te tira do arrudo.

Aquele h de chorar, que teve bem e veio a mal.

Aquele louvar devemos cujo po comemos.

Aquele no faz pouco, que deita seu mal a outro.

Aquele perde renda, que no tem venda.

Aquele que agradasse a todos, morreu antes de nascer.

Aquele que aprende a ler no rosto dos homens, raras vezes se engana.

Aquele que conta dez amigos, no tem um.

Aquele que debaixo da rvore se colhe, arrisca-se a que duas vezes se molhe.

Aquele que despreza a sua vida, senhor da nossa.

Aquele que despreza o moinho, despreza a farinha.

Aquele que empresta, suas barbas mea.

Aquele que gosta de ser adulado cmplice do adulador.

Aquele que ms manhas h, tarde ou nunca as perder.

Aquele que muito viveu, sabe menos que o que muito viu.

Aquele que no admira nada, no oferece nada a admirar.

Aquele que no evita o vcio, far dele seu suplcio.

Aquele que no tem po no sustenta co.

Aquele que no tem po, no sustenta co.

Aquele que no v lei, deve estar fora da grei.

Aquele que reina sobre si mesmo, exerce um grande poder, e tem um grande imprio.

Aquele que se acostuma a contrair dvidas, anda com a mentira garupa.

Aquele que se aproveita do crime, o comete.

Aquele que traz, sempre bem-vindo.

Aquele que vende a honra, recebe a infmia.

Aquele te deu, o outro te dar; mal haja quem do seu no h.

Aquele vai mais so, que anda pelo cho.

Aquele vai mui so, que anda pelo cho.

Aqueles que escrevem como falam, ainda que falem bem, escrevem mal.

Aqueles que sabem muito, admiram pouco; os que sabem pouco, admiram muito.

Aqueles que semeiam em lgrimas, colhero em alegria.

Aqueles so ricos, que tm amigos.

Aqum ou alm, veja eu sempre com quem.

Aquentar a gua para outro tomar mate.

Aqui a porca torce o rabo.

Aqui anda mouro na costa.

Aqui assenta bem o rifo.

Aqui que a porca torce o rabo.

Aqui que a roda pega.

Aqui que comer, porque em casa (na taberna) um roubo.

Aqui que est o buslis.

Aqui est a chave do fogo.

Aqui est a conta dos ovos.

Aqui est o buslis.

Aqui h dente de coelho.

Aqui h gato escondido com o rabo de fora.

Aqui h gato escondido.

Aqui h gato.

Aqui para ns e para o padre que nos confessa.

Aqui para ns, que ningum nos oua.

Aqui se faz, aqui se paga.

Aqui se fia muito fino.

Aqui se pagam elas.

Aqui se rematam as contas.

Aqui se v o filho do homem.

Aqui torce a porca o rabo.

Aquilo com que se compram os meles.

Aquilo que no se pode dizer, no se deve fazer.

Aquilo que no tens de comer deixa-o a cozer.

Aquilo que no tens de comer, deixa-o cozer.

Aquilo que sabe bem pecado ou faz mal.

Aquilo que sabe bem, ou pecado, ou faz mal.

Aquilo que se comeou, est meio feito.

Aquilo que se v do homem, no o homem.

Aquilo que sucedeu, no evitas tu, nem eu.

Ara com os bois, semeia com as vacas.

Aramos, disse a mosca ao boi.

Aranha matutina envenena a sina.

Aranha, quem te arranhou? Outra aranha como eu.

Aranha, quem te arranhou? Outra aranha.

Araruta tambm tem seu dia de mingau.

Araruta tem seu dia de mingau.

Arca aberta, o justo peca.

Arco da velha por gua espera.

Arco muito retesado arco quebrado.

Arco sempre armado, ou frouxo, ou quebrado.

Arco-da-velha por gua espera.

Arco-ris na serra: tira os bois e lavra a terra.

Arde mais a lenha verde que pedras enxutas.

Arde o fogo segundo a lenha do bosque.

Arde o verde pelo seco, e paga o justo pelo pecador.

Arde o verde pelo seco.

Ares que limpam de noite e em mulher de outrem, no h que fiar.

Arganu de ouro em focinho de porco.

Arma com que te defendes, no a emprestes a teu inimigo.

Arma-te de longe, chega-te de perto, fars tiro certo.

Arrancai a mscara ao demo.

Arranhado, quem te arranhou? Outro arranhado como eu.

Arranhado, quem te arranhou? Outro arranhador como eu.

Arranhai o russo e descobrireis o cossaco.

Arranjar lenha para se queimar.

Arre c, orelhudo, diz o asno ao burro.

Arreda, orelhudo, diz o asno ao burro.

Arreganha o dente, quem valente.

Arreganha-te, castanha, que amanh o teu dia.

Arrenda a vinha e o pomar, se os queres desgraar.

Arrenegai do amante que no ousa tudo.

Arrenegai do homem a quem a experincia no ensina.

Arrenegai do homem de muitos barretes.

Arrenegai do velho que no adivinha.

Arrenego da rvore em que a fruta se colhe a pau.

Arrenego da besta que de inverno quer sesta.

Arrenego da terra onde o juiz leva o escrivo cadeia.

Arrenego da tijelinha de ouro em que hei de cuspir sangue.

Arrenego de contas com parentes e de dvidas com ausentes.

Arrenego de grilhes, ainda que sejam de ouro.

Arrenego de senhoras que so daqui o tomam e dali o deixam.

Arrenego de tijelinha de ouro em que hei de cuspir sangue.

Arrenego de velho que no adivinha.

Arrenego do amigo que come o meu comigo e o seu consigo.

Arrenego do amigo que come o seu s e o meu comigo.

Arrenego do amigo que encobre o meu perigo.

Arrenego do amigo que me encobre o perigo.

Arrenego do homem de muitos barretes.

Arriar a bandeira.

Arrieiro no tarde chora por arrieiro, nanja por cavaleiro.

Arrieiro perdido, atafais de seda.

Arrieiros somos, na estrada andemos, e algum dia nos encontraremos.

Arrima-te aos bons, sers um deles; chega-te aos maus, far-te-s pior do que eles.

Arrobas no so quintais, nem as coisas so iguais.

Arroupa-te, que secas.

Arroupa-te, que suas.

Arroz bem guisado, mas bem repousado.

Arroz para a msica, bacalhau para o pregador.

Arrufos de namorados so amores dobrados.

Arrufos de namorados so amores renovados.

Arrufos de namorados so namoros dobrados.

Arrudo, arrudo, deu a mulher no marido.

Arte de agradar, arte de enganar.

rvore mudada, rvore matada.

rvore que no d fruto, machado nela.

rvore ruim no d boa sombra.

rvore ruim no d bom fruto.

rvore velha no fcil de arrancar.

rvore velha no se muda.

rvore velha no se transplanta.

As abstraes matam o sentimento.

As aes dizem mais que as palavras.

As aes so mais sinceras que as palavras.

As guas correm para o mar.

As guas correm todas para o mar.

As guas descem ao mar, e todas as coisas ao seu natural.

As guias no caam moscas.

As guias no do pombos.

As guias no produzem pombos.

As aparncias enganam.

As aparncias iludem.

As armas so volveis.

As rvores escondem a floresta.

As bebidas fortes fazem os homens fracos.

As belas palavras tm muita fora e custam pouco.

As boas contas fazem os bons amigos.

As boas essncias esto nos pequenos frascos.

As boas maneiras so a melhor carta de recomendao.

As boas maneiras tudo vencem.

As boas novas, a todo tempo; as ms, pela manh.

As boas palavras custam pouco e valem muito.

As cabeas frias governam as cabeas ardentes.

As cadelas apressadas parem ces tortos.

As cs afugentam o amor.

As cerejas so alegres vista e tristes no corao.

As cincias tm razes amargas, porm os frutos so doces.

As coisas rduas e lustrosas se alcanam com trabalho e fadiga.

As coisas devem chamar-se pelos nomes.

As coisas levam-se por vontade, e no s pancadas.

As coisas no caem do cu.

As coisas no so como so, mas como a gente as v.

As coisas no so como so, mas como ns vemos.

As coisas no valem seno o que se fazem valer.

As coisas nunca saem do jeito que a gente pensa.

As coisas querem-se com tempo, peso e medida.

As coisas so como so, e no como a gente queria que fossem.

As coisas so como so, e no como o gato as quer.

As coisas so como so, e no como parecem.

As contas fazem-se no fim.

As conversas grandes fazem os dias pequenos.

As costas e a barriga no se podem trocar.

As costas so o fiador da boca.

As crianas e os loucos dizem a verdade.

As ddivas aplacam os homens e os deuses.

As damas ao desdm parecem bem.

s dez, mete na cama os ps.

As enfermidades vm a cavalo e retiram-se a p.

As estrelas luzem no meio das trevas, mas, aparecendo o sol, desaparecem.

As feridas da calnia fecham-se, mas as cicatrizes restam.

As feridas da ternura quem as faz que as cura.

As finanas so a pedra angular do poder dos estados.

As finanas so o pulso de um imprio.

As flores so o hbito da natureza.

As folosas querem dar nos grous.

As fortunas rpidas so as mais suspeitas e as menos slidas.

As galinhas pem pelo bico, e s mulheres o leite vai-lhes pela boca.

As galinhas prendem-se pelo bico.

As graas perde, quem se detm no que promete.

As grandes alegrias merecem partilha.

As grandes dores so mudas.

As guardas do reino so amor e medo.

As guerras civis podem ser consideradas como suicdios nacionais.

As guerras comeam pela ambio dos prncipes e findam pela desgraa dos povos.

As guloseima fazem perder a inteligncia.

As honras so falsos pesos com que os monarcas estipulam o preo corrente dos homens, sem atender ao seu valor intrnseco.

As imaginaes exaltadas so contagiosas.

As injrias so a razo de quem no tem razo.

As injrias so as razes dos que as no tm.

As lgrimas aliviam.

As lgrimas do herdeiro so um riso disfarado.

As lgrimas que nos esforamos de ocultar, so as que mais comovem.

As lgrimas so a muda linguagem da dor.

As lgrimas so o melhor consolo.

As lgrimas so os melhores memoriais das mulheres.

As leis inteis enfraquecem as leis necessrias.

As leis so as soberanas dos soberanos.

As leis se complicam, quando se multiplicam.

As letras no despontam as lanas.

As madrastas, o diabo que as arraste.

As mais caras essncias guardam-se nos menores frascos.

As mais feias que todas, umas e outras fazem as bodas.

As mais feias se querem louvadas.

As mais lindas cabeas raras vezes so das mulheres.

As malcias se entendem com a razo, e as virtudes, com a vontade.

As manhas do cavalo s o dono conhece.

As manhas do cavalo, s as sabe seu dono.

As mos no pandeiro, e em al o pensamento.

As ms notcias chegam depressa.

As ms notcias espalham-se rapidamente.

As ms notcias so sempre verdadeiras.

As ms notcias voam.

As ms novas logo soam.

As mximas so como os algarismos que compreendem grandes valores em poucas letras.

As melhores essncias esto nos menores frascos.

As migalhas de frade muitas vezes sabem bem.

As migas como as formigas.

As migas so como as formigas.

s mil maravilhas.

As moscas apanham-se com mel.

As moscas magras so as mais impertinentes.

As moscas magras so as mais importunas.

As moscas so sempre as mesmas.

As mulheres onde esto, sobejam, e onde no esto, faltam.

As mulheres perdidas so as mais procuradas.

As mulheres sempre so melhores para o ano que vem.

As mulheres tm a seu mandar as lgrimas, para chorarem quando e quanto quiserem.

As necessidades unem, as opinies separam.

As nossas cabeas amadurecem, quando encanecem.

As notcias dianteiras so sempre as mais verdadeiras.

s nove horas deita-se o homem se guardas prs 10 burro s.

s nove, deita-te e dorme.

As obras mostram o que cada um .

As obras mostram quem cada um .

As ocasies so difceis de alcanar e fceis de perder.

As ofensas se escrevem no bronze; os benefcios, na areia.

As ofensas se escrevem no mrmore; os benefcios, na areia.

As paixes impetuosas tornam os homens meninos.

As palavras boas so, assim fora o corao.

As palavras boas so, se assim fosse o corao.

As palavras boas so; as obras sero ou no.

s palavras loucas fazer as orelhas moucas.

As palavras ms corrompem os costumes bons.

As palavras mostram o que cada um .

As palavras mostram quem cada um .

As palavras so como as cerejas: atrs duma vm as outras.

As palavras voam, a escrita fica.

As palavras voam, os escritos ficam.

As palavras voam, os escritos permanecem.

s pancadinhas se malha o trigo.

As paredes brancas so os papis dos tolos.

As paredes tm olhos e ouvidos.

As paredes tm ouvidos.

As pequenas economias fazem as grandes fortunas.

As pequenas loucuras so as melhores.

As pragas do duas voltas ao redor e metem-se no rogador.

As preciosas essncias guardam-se em pequenos vasos.

As preciosas essncias guardam-se nos pequenos vasos.

As primeiras experincias so inesquecveis.

As privaes chamam os desejos.

As promessas cativam as mulheres.

As riquezas tm asas; as dvidas tm garras.

s romarias e s bodas vo as loucas todas.

s romarias e s bodas vo as sandias todas.

As rosas caem, e os espinhos ficam.

As saudades so filhas do amor e enteadas do engano.

As sedas e os veludos, s vezes, apagam o fogo da cozinha.

As sopas e os amores, os primeiros so os melhores.

As telhas dum telhado encobrem muita misria.

s trs, vai de vez.

As tripas estejam cheias que elas levam as pernas.

As tripas estejam cheias, que elas levam as pernas.

As tripas pelejam na barriga.

s vezes at o bom Homero cochila.

s vezes atrs da cruz est o diabo.

s vezes corre mais o demo que a lebre.

s vezes custa mais o salmonejo que o coelho.

s vezes de pequena bostela se origina gr mazela.

s vezes melhor deixar correr o marfim.

s vezes muito ameaa quem de medroso no passa.

s vezes na pior terra nascem os mais belos lrios.

s vezes sai dum tio, mas mete-se noutro.

s vezes so precisas muitas mentiras para sustentar uma.

s vezes vem o bem de quem menos se espera.

s vezes vem o bem donde esperana no se tem.

s vezes vem o remdio de quem menos se espera.

s vezes vem o remdio de quem no se espera.

As viagens fazem o sbio mais sbio e o tolo mais tolo.

s vontades corrompidas nojosa a razo.

Asinha dito o que bem dito.

Asna velha, cinta amarela.

Asneira puxa asneira.

Asno chapado crescer sem ser regado.

Asno com fome cardos come.

Asno com ouro tudo alcana.

Asno como frade Bernardo.

Asno como um morgado.

Asno contente vive eternamente.

Asno contente vive longamente.

Asno da Arcdia, cheio de ouro e come palha.

Asno de muitos, lobos o comem.

Asno desovado de longe aventa as pegas.

Asno quem asno tem, mas mais o quem no o tem.

Asno mau junto de casa corre sem pau.

Asno mau perto de casa corre sem pau.

Asno morto, cevada ao rabo.

Asno no conhece msica.

Asno para o p, o rocim para o lodo, e o macho para tudo.

Asno por lama, o demo o tanja, e pelo p, o demo haja dele d.

Asno que a Roma v, asno vem de l.

Asno que a Roma v, asno volta de l.

Asno que a Roma v, de l asno voltar.

Asno que entra em despensa alheia levar pau em vez de aveia.

Asno que entra em devesa alheia sair carregado de lenha.

Asno que tem fome, a manjedoura come.

Asno que tem fome, cardos come.

Asno seja quem asno vozeia.

Asno tonto, arrieiro louco.

Assar e comer.

Assa-se o po enquanto o forno est quente.

Assaz caro compra quem roga.

Assaz de pouco saber quem se mata pelo que no pode haver.

Assaz pobre e delgado quem conta o seu gado.

Assaz s rico de bens, se te bastam os que tens.

Assaz escasso quem de palavras tem d.

Assaz pede quem bem serve.

Assaz tem quem se contenta com o que tem.

Assenta-te na pedra e, assim que me vires, espera.

Assim anda o demo s avessas, e o carro diante dos bois.

Assim como cada qual , assim ensina.

Assim como cantares, assim eu danarei.

Assim como d o po, pode dar o pau.

Assim como d po, pode dar pau.

Assim como fizeres, assim achars.

Assim como fizeres, de outrem o esperes.

Assim como o abade cantar, deve o aclito acompanhar.

Assim como o fogo prova o ouro, assim a desgraa prova os homens fortes.

Assim como o ouro se prova na pedra de toque, assim o homem se prova no toque do ouro.

Assim como sai, sai.

Assim como tocam, assim danamos.

Assim como vem, vai.

Assim como virmos, assim faremos.

Assim como virmos, faremos.

Assim como vive o rei, vivem os vassalos.

Assim o marido amarelado como casa sem telhado.

Assim fedemos; que far, se peixe vendermos.

Assim medre meu sogro, como co atrs do fogo.

Assim se cria o horto como o porco.

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